O FNPP, na perspectiva de renovar as
instituições governamentais e enfrentar as
práticas clientelistas que ainda vigoram e de renovar as
práticas, muitas vezes autoritárias e conservadoras das
organizações da sociedade civil, defenderá como
proposições gerais:
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Criação de uma plataforma de ações comuns que expresse nossa diversidade.
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Fortalecimento dos Conselhos e
das Conferências, da representação da sociedade
civil e da incidência desta nesses espaços.
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Fortalecimento da
organização autônoma da sociedade civil em
fóruns, redes e articulações.
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Criação de
mecanismos de participação e controle social sobre as
decisões da política econômica.
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Mobilização
dos diferentes sujeitos que lutam por uma sociedade democrática
para produzir as bases de um novo modelo de desenvolvimento, não
fracionando o econômico do social.
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Democratização e controle social sobre os meios de comunicação.
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Aperfeiçoamento dos
mecanismos de democracia participativa em todas as esferas de governo,
como os Orçamentos Participativos, Conferências,
Conselhos.
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Qualificação dos
instrumentos de consulta e participação direta dos
cidadãos e cidadãs como os plebiscitos, referendos,
projetos de lei de iniciativa popular e audiências
públicas.
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Proposição de uma
arquitetura da participação que supere a
pulverização e compartimentação dos
espaços de participação e a
fragmentação das políticas.
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Enfrentamento dos velhos problemas criticados na democracia representativa que se repetem na democracia participativa.
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Reformulação dos
mecanismos da Democracia Representativa tanto em relação
ao Legislativo como ao Executivo.
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Estabelecimento de uma
relação mais orgânica com a sociedade brasileira
que não se encontra organizada em estruturas associativas, o que
pressupõe criar uma alternativa para os
não-incluídos.
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Utilizar novas metodologias,
através de diversas linguagens, nas práticas de
educação para a cidadania.